sábado, 1 de dezembro de 2012

Convite especial!

Olá á todos vocês! Faz um tempão que não post aqui, certo? Bem, gostaria de convidá-los para o espetáculo anual do meu studio. O tema é "30 anos de dança", onde terá algumas retrospectivas dos 30 anos de Suzana D'ávila! Será no dia 3/12/12 ás 20hs30min (apartir da 20hs video com depoimentos), no Teatro do Bourbon Country. Agora, a dona do studio não vende ais os ingressos. Então, apartir de hoje eles podem ser comprados diretamente da bilheteria do teatro do bourbon country (Endereço: Av. Túlio de Rose, 80 SUC, 301 A Passo D’Areia.) O horário de atendimento é: Segunda á sabádo = das 14hs ás 22hs Domingos = 14hs ás 20hs. Lembrando que gente, os ingressos podem acabar á qualquer hora, então, bora correr!  Abaixo, os preços!


Valores dos Ingressos:
Plateia Baixa R$ 50,00
Plateia Alta R$ 50,00
Camarotes R$ 50,00
Mezanino R$ 40,00
Galeria Lateral R$ 30,00
Galeria Lateral Mezanino R$ 20,00 


Aguardo vocês! 








segunda-feira, 3 de setembro de 2012

September, 1st

Meio atrasado mas vai! hihi Enfim, como esquecer deste dia tão importante para mim, para você, e para todos nós, bailarinos, todos nós, apaixonados por dança! Um feliz dia das bailarinas para todas, continuem dançando, com toda a alma, continuem seguindo este lindo caminho, saltando, girando, e sendo feliz!

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Aumentar a altura do seu arabesqué

Fala galera do EU DANÇO! Em primeiro lugar este post é totalmente créditos do Grand jette Que é um blog ótimo, recomendo á todos vocês! Não exagere para não se machucar OK?


1. Suba a perna em arabesque e apóie na barra ou outro objeto que sirva de apoio. Tente levantar a perna da barra, deixe no ar por 1 contagem de 8 e volte a apoiá-la.Lembre-se de estar com o corpo bem colocado, principalmente os quadris. Repita 4 ou 8 vezes. Tenha cuidado para que o tronco não caia para frente e mantenha os braços em primeira posição ou demi-bras. Repita com a outra perna. À medida que for dominando a altura da perna procure apóia-la em lugares mais altos ou se treinar sempre no mesmo lugar, tente subi-las mais alto no ar.


2Na barra, de lado, fique em quinta posição e faça um tendu derrière com a perna de fora. Faça um cambré procurando flexionar as costas ao máximo, mas tendo o cuidado de não apoiar o peso do corpo no pé de trás. Quando atingir o máximo de flexão, comece a subir a costas trazendo a perna em um arabesque. Procure manter o mesmo ângulo entre a perna e as costas de quando você estava no cambré. Continue levando o tronco para frente e puxando a perna para fazer um pencheé. Depois volte para arabesque. Quando se olhar no espelho, se certifique de que a coluna está alinhada com a parte anterior da coxa da perna de apoio e não com a posterior, pois se estiver alinhada com a parte posterior, haverá dificuldade em aumentar a altura do arabesque e estressará a costas. Repita com a outra perna.



3Deite com a barriga para baixo e curve as costas para cima, empurrando o chão com as mãos (que devem estar posicionadas embaixo dos ombros). Procure alongar o máximo que puder tendo o cuidado de não exagerar e se machucar. Quando sentir que estão bem aquecidas, volte à posição original. Levante as costas novamente e tente levantar as pernas uma de cada vez mantendo o en dehors. Para compensar, quando terminar o movimento com a s 2 pernas, sente com os pés sob as nádegas e alongue as costas com os braços a frente da cabeça. 



4. Deite de barriga em um banco ou uma mesa de modo que da cintura para cima seu corpo fique pendurado. Peça a um amigo para segurar seus pés e tente levantar o torso. Faça o exercício em séries de 3, porém no terceiro movimento tente manter a posição por alguns segundos. Se ficar inseguro em fazer esse exercício numa mesa ou banco, faça no chão e se não conseguir um amigo para ajudá-lo, tente levantar o torso sem levantar os pés. Para compensar, quando terminar o movimento com a s 2 pernas, sente com os pés sob as nádegas e alongue as costas com os braços a frente da cabeça. Se fizer o exercício anterior antes de fazer esse exercício, só é necessário compensar uma vez, depois do último exercício.


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Passos

Fala galera do eu danço. Em primeiro lugar queria pedir desculpas por deixar o blog com moscas quase 1 mês, e temos que admitir que falta de oportunidade não foi. O que realmente aconteceu foi falta de criatividade. Eu já falei sobre diversos assuntos aqui, e estou ficando sem idéias. Por isso quem quiser dar idéias será sempre bem vindo. Agora vamos ao post. Eu achei uma coisa bem interessante, que é uns videos com os nomes dos passos e posições, e como são executados. Bora ver!


Relevé

Pirouette
Arabesques
Dévellopé
Petit Battement 
Posições dos pés
Posições dos braços
Spotting
Bourée en couru
Pas de bourée
Glissade
Fouettés 
Petit Allegro
Révérence
Entrechat
Turns in second
Alignments
Grand Battement
Pas de chat
Grand allegro
Ai que pena! São só esses! Espero que tenham gostado. Beijo e até o próximo post!

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Nunca é tarde para ser feliz

Uma das perguntas que eu mais ouço e vejo em comunidades ou coisas relacionadas a ballet é "Estou muito velha para começar?". Bem, aqui começa a minha opinião. Eu comecei a fazer ballet com 11 anos. Eu acho que não seria tarde pra começar a fazer qualquer outra coisa, mas pra ballet é. Algumas -e não são poucas- bailarinas já são maravilhosas com 11 anos! Já fazem todas as coisas que, por enquanto, eu apenas sonho em fazer. Mas eu acho que começar tarde tem um lado positivo enorme. As bailarinas mais apaixonadas que eu conheço começaram tarde. Ainda que tudo pareça impossível demais, a gente segue em frente por amor. E o amor, que é a verdadeira essência de qualquer tipo de arte, não tem limite de idade. Junto a cada barreira que surge, surge também a satisfação de lutar e superar. É uma coisa que prende. Se fosse fácil não teria graça. Mas é por ser tão difícil, tão ingrato, é que se torna desafiador. E desafios mantem os seus pés no chão, ao mesmo tempo que te permitem voar cada vez mais alto.


"O maior prazer da vida é fazer o impossível"

Ar doce ar: Respiração

A respiração correta favorece a saúde de todos, mas dentro das artes corporais, como a dança, ela é decisiva para a qualidade expressiva e artística. A respiração incorreta possibilita um número menor de movimentos além de provocar uma ruptura na seqüência de harmonia da dança. A respiração adequada facilita, principalmente, a fluência do movimento, isto é, a precisão e continuidade do mesmo. A inalação deve ser associada a movimentos de expansão e liberação do corpo. A exalação deve ser associada a movimentos de contração. A prática dessa técnica permite a integração corporal, pois os exercícios trabalham o corpo como um todo indissociável, sem fragmentar movimentos de braços e pernas em que o centro fica esquecido. Além da melhora na expressividade, o método também ajuda a prevenir lesões, compensando relativamente os movimentos repetitivos. A respiração consciente é essencial no processo de compreensão do movimento, no trabalho simultâneo e harmônico de corpo e mente. O ideal é deixá-la fluir sem suspende-la ou bloqueá-la para que se tenha não somente uma substancial melhora na qualidade da dança e dos demais exercícios físicos, como também na qualidade de vida.

Adaptação do site http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php?section=3&noticia=299
Créditos ao blog
Vivendo e Dançando pela idéia de falar sobre a respiração na dança

Video: "A tragédia da primeira posição"

Ai que dó! Que dó!

Pontas: Como e quando devo usar?

Não são todos que devem dançar na ponta! A decisão para começar o trabalho da ponta deve ser feita somente por um professor hábil e conhecedor do ballet. Os estudantes que sobem na ponta antes de estarem fisicamente preparados correm um grande risco, construindo maus hábitos que podem levar anos para serem corrigidos. Mais sério ainda é o potencial para ferimentos ou os danos permanentes à estrutura dos ossos ou dos músculos dos pés, além do grande desapontamento em vista do pouco progresso alcançado. Para evitar estes problemas, um professor deve considerar diversos aspectos ao selecionar os estudantes que estão prontos para começar o trabalho da ponta:



Idade - nenhum estudante deve subir nas pontas antes dos 10 anos.
A pressão do peso do corpo no pé e nos dedos do pé, que estão ainda "macios" e em crescimento, pode causar a mal formação dos ossos e das junções. Muitos professores preferem esperar até que o estudante tenha mais de 11 ou 12 anos.


Treinamento - o estudante deve ter tido ao menos dois a três anos de treinamento sério de ballet, e deve fazer aulas ao menos duas vezes por semana. Esta é a preparação mínima necessária para um estudante desenvolver a técnica e a força suficientes para prepará-lo para o trabalho em pontas.


Estrutura do osso - a estrutura do tornozelo e do pé do estudante é de grande importância.
O pé ideal deve ter os dedos de comprimento quase igual, o que fornece uma "plataforma quadrada" onde se apoiar. Os estudantes que têm o dedão do pé longo podem encontrar alguma dificuldade e desconforto na ponta, porque todo o peso do corpo deve ser suportado apenas nesse dedão. Apesar disso, esse tipo de pé não impede necessariamente que o bailarino dance bem e com segurança. A forma do pé mais difícil de trabalhar é quando o segundo dedo do pé é o mais longo. Se a diferença no comprimento for ligeira, determinadas modificações podem ajudar a aliviar a pressão nesse dedo do pé. Se a diferença no comprimento for grande, o professor pode desencorajar o estudante a tentar o trabalho da ponta.

A segunda consideração estrutural é o grau de flexibilidade no tornozelo e a quantidade de arco do pé. Um estudante cujos pés tenham flexibilidade insuficiente e cujo arco seja pequeno não conseguirá colocar o tornozelo em uma linha direta entre o joelho e os dedos do pé na ponta. O bailarino que não consegue ficar na ponta dessa maneira não deve iniciar tal trabalho. Porém, indo ao extremo oposto, um bailarino que tenha um tornozelo extremamente flexível e/ou um arco do pé extremamente elevado necessitará de cuidados especiais e da orientação de um professor com um olho muito atento. Este tipo de tornozelo é freqüentemente muito fraco e pode requerer seu fortalecimento antes que o trabalho das pontas seja iniciado.


Físico - o físico individual do estudante deve ser avaliado com cuidado. Ele deve ter os músculos abdominais e traseiros fortes, o que cria um alinhamento apropriado, e deve mostrar o uso consistente destes músculos dentro e fora das aulas de ballet. O tornozelo e os músculos do pé devem poder "prender" o pé inteiro no alinhamento apropriado. Deve se ter uma grande atenção para assegurar que os músculos ao redor do tornozelo estão treinados suficientemente para prendê-lo fortemente na posição correta. Um estudante que esteja acima do peso se arrisca a danificar ou ferir seu pé pela pressão extra colocada em seus dedos. Ele deve ser incentivado a perder lentamente esse peso extra antes que comece o trabalho de pontas.


Comportamento - o estudante deve ter um bom comportamento: prestar muita atenção nas aulas e trabalhar cuidadosamente as correções dadas por seu professor.


Observações - é importante que estudantes e pais compreendam que as orientações listadas acima são exigências de idade e técnica que nem sempre são seguidas por todos os professores, afinal, há diferentes critérios para se iniciar o trabalho em pontas. Apesar disso, considerar esses aspectos é sempre importante.


Os estudantes se desenvolvem de diferentes maneiras, e é portanto improvável que uma classe inteira estaria pronta para tentar ao mesmo tempo o trabalho das pontas. Dessa maneira, pais e alunos, não fiquem desesperados se vocês ou seus filhos não passaram ao mesmo tempo do que seus colegas para a turma de pontas. É tudo uma questão de tempo, basta aguardar um pouco!

As sapatilhas de ponta, para a bailarina, precisam ser a continuação do próprio pé, e não um anexo à parte. Para que o trabalho possa se desenvolver produtivamente, a sapatilha deve ser adaptada como uma luva, de tal forma que contribua com a mobilidade do pé, sem causar dor excessiva e tensão para que o movimento não se veja amarrado, artificial, mecânico.

As solas das sapatilhas são fortes para a bailarina poder subir nas pontas.
O cetim em volta das extremidades é endireitado com cola, mas não há acúmulo dentro do sapato.
O momento da compra das sapatilhas de ponta é muito importante, pois seu desempenho com elas depende da escolha correta.

As sapatilhas devem ser pessoais e intrasferíveis. Nunca devem ser emprestadas, pois se já estão moldadas num determinado formato poderão se deformar quando outro corpo pisar sobre elas.
Além disso, a aluna deve saber que as sapatilhas precisam permanecer limpas. Deve-se fazer periodicamente uma limpeza. Existem vários tipos de sapatilhas para os mais diversos formatos de pés, escolha o mais adequado para você.


Como escolher sua sapatilha:


A maioria das dores associadas com as sapatilhas de ponta são o resultado direto da escolha mal feita. As pontas que são muito longas ou muito largas permitirão que o pé deslize para dentro da sapatilha, causando bolhas nas pontas dos dedos. Já as sapatilhas que são muito curtas ou muito estreitas podem espremer os dedos e as junções do pé, não permitindo que se trabalhe corretamente. Infelizmente, a maioria dos vendedores das lojas de artigos de dança não são bailarinos experientes.

Apesar de suas intenções serem normalmente boas, seu nível de entendimento pode ser inadequado e prejudicar sua compra. Há diversos tipos e estilos de sapatilhas de ponta disponíveis, variando na dureza da sola, na largura e na forma da caixa (onde há o gesso) e no comprimento do tecido (bem na frente dos dedos).

A preferência e a recomendação de cada professor dadas ao estudante devem ser seguidas.
Recomenda-se, sempre que possível, que o primeiro par de sapatilhas de ponta seja adquirido com a presença do professor. Se isto não for possível, ou se o estudante já estiver avançado o bastante para comprar suas pontas, elas devem ser sempre examinadas pelo professor antes mesmo da costura das fitas ou do elástico, já que algumas das lojas de dança costumam trocar as pontas se estas estiverem novas.
Para iniciantes, o ideal são as pontas mais macias, flexíveis, que vão se amoldar facilmente nos pés e não machucam.

 As meninas com pés fortes (musculatura forte) devem escolher pontas resistentes, para durar mais e evitar que se torça o tornozelo com a sapatilha mole demais.


 Cuidado com as sapatilhas importadas, elas costumam ser mais caras e nem sempre são as mais adequadas para o seu tipo de pé!


Confusões sérias podem ocorrer se usamos sapatilhas muito largas ou muito apertadas. Se os pés ficam soltos, estão sujeitos aos tropeções e se muito apertados podem tirar a estabilidade da bailarina e causar bolhas no calcanhar.


 Para ver se a sua sapatilha está do tamanho certo, tente mexer os dedos. Se tiver muito espaço, ela está larga ou grande. Depois, com o pé no chão, veja se a lona está esticada no calcanhar, se não estiver, também está grande.


 Para quem tem pés largos, cuidado na escolha de sua ponta. As sapatilhas costumam ser muito finas, e além de machucarem, atrapalham o trabalho dos dedos. Existem sapatilhas especiais para os pés largos.

Observando o ajuste da nova sapatilha

As sapatilhas devem estar perfeitamente ajustadas em seu pé. O ajuste correto é tão preciso que até mesmo meias inadequadas, com uma espessura ligeiramente diferente das usadas durante as aulas, podem resultar na compra de um tamanho incorreto. As sapatilhas de ponta são feitas sob medida, diferentemente dos sapatos normais, e cada tipo tem seu próprio método de colagem. Uma boa sapatilha deve caber confortavelmente no pé.

As sapatilhas que couberem corretamente não deslizarão como os sapatos normais.
A recolocação freqüente das sapatilhas de ponta (ocorre nos ensaios, aulas, etc.), desde que essas tenham um ajuste confortável, não põe em perigo os pés de crianças e adolescentes em crescimento.

Não há nenhuma designação (direita ou esquerda) na sapatilha nova de ponta. Cada sapatilha deve ser testada e avaliada das seguintes maneiras:

Nenhuma prega deve ser visível na sapatilha, não importa como o bailarino esteja (no chão ou na ponta). Sua presença indica que a sapatilha está provavelmente muito larga.

 Você não deve poder deslizar seu dedo dentro da sapatilha, tanto quando o pé estiver no chão quanto quando na ponta. Se isso acontecer, a sapatilha é provavelmente larga.

As sapatilhas de ponta devem caber como uma luva no seu pé. A maioria dos pés são mais curtos no comprimento quando esticados do que quando estão normais, apoiados no chão. Uma boa sapatilha deve ficar perfeita na ponta. Assim, quando o pé estiver no chão, a sensação será de conforto.

Um indicador de uma sapatilha muito longa é a sensação que o dançarino pode ter quando, ao subir na ponta, os dedos do pé deslizarem ligeiramente para baixo na caixa da sapatilha.
Este é um sinal certo para a formação de bolhas. Não deve haver nenhum espaço dentro das sapatilhas, ou então deve haver pouquíssimo espaço. Pode ser necessário tentar uma dúzia ou mais pares de sapatilhas antes de determinar que par cabe melhor.


Primeira experiência nas pontas - Como você deve se sentirAs sapatilhas de ponta são muito diferentes das de meia-ponta ou dos sapatos normais. O ajuste confortável permite pouco ou até nenhum lugar para mexer os dedos do pé. Você se sentirá muito "apertado" e restrito no início, mas depois, com o tempo, as sapatilhas se adaptam aos seus pés.

A paralisação dos dedos do pé (ou melhor, o "não conseguir movê-los") também é normal. Os dançarinos logo se acostumam a esses desconfortos, que são sofridos a cada novo par de sapatilhas. No início, há a sensação de incômodo por sentir a extremidade da sola no meio do calcanhar. O contrapeso é também um tanto difícil no início porque a sola é mais estreita do que a sola do pé. São necessários tornozelos fortes para manter os pés ondulados de um lado do pé ao outro, o que dá a estabilidade. Uma outra sensação diferente é a diminuição da profundidade do demi-plié.

Isto acontece porque as fitas limitam a articulação do tornozelo e a sapatilha confortável impede que o pé se espalhe para fora como faz na meia-ponta. Ao estar na ponta, o pé deve ser colocado de modo que o peito deste esteja esticado inteiramente e que os dedos dêem forma a um ângulo perpendicular com o assoalho.

Uma linha reta pode ser desenhada através das junções do quadril, do joelho, do tornozelo e do dedão do pé (quando visto de lado, por exemplo, num arabesque na ponta). A superfície inteira da ponta deve tocar no assoalho. O peso do dançarino deve ser uniformemente distribuído por todo o corpo. Em nenhuma hora é permitido a ele "se afundar" na sapatilha. Isto inibe seu dançar, cria o estresse e a dor impróprios nas junções do pé, e causa o desgaste mais rápido das sapatilhas. Para a colocação apropriada na ponta, um bailarino com um peito do pé bem trabalhado e/ou com as junções do metatarso muito flexíveis pode ter que flexionar um pouco os dedos enquanto esticar completamente seu peito do pé.


Como amarrar a sapatilha:

 Primeiro, costure as duas pontas do elástico acima da costura do calcanhar,de modo que o elástico dê uma "voltinha".


 Costure uma fita (aproximadamente 45 cm) de cada lado da sapatilha. Para saber o lugar exato, dobre o calcanhar da sapatilha em direção da sola. O lugar onde a lona está dobrada é onde a fita deve ser costurada.


 Ao calçar a sapatilha, o elástico já entra em volta do tornozelo. Passe a fita de fora primeiro na frente da perna, e amarre as duas atrás ou no lado de dentro da perna, com dois nós (não tem laço), corte o excesso. Certifique-se que ele não vai soltar, e coloque as pontinhas da fita para dentro da parte amarrada.

 Não suba a fita pela perna ao enrolá-la. Ela deve ficar bem embaixo, amarrada junto ao tornozelo.


Evitando o Barulho

As sapatilhas novas, normalmente, fazem um ruído muito desagradável. Para espetáculos, os dançarinos devem acabar com o ruído das pontas, fazendo-as absolutamente silenciosas. Isto pode ser feito batendo a parte de baixo da caixa de encontro a uma parede, ou com um martelo. É difícil dançar nas sapatilhas que têm a sola exterior grossa. As bordas desta sola podem ser chanfradas com uma faca, de modo que se ajustem ao cetim. Isto, geralmente, faz com que fique mais fácil subir na ponta, além de diminuir o barulho de quando são novas.


Para limpar sua sapatilha

Faça uma mistura de "veja multi-uso" e "água" , diluindo um no outro , pegue uma escovinha(pode ser escova de dentes velha) e vá esfregando até ela ficar limpinha. Não fica nova , fica um pouquinho desbotada , mas é a dica que melhor funciona! Pegue um paninho velho embebido em álcool e passe com carinho nas sapatilhas, elas ficam um pouquinho mais claras! Esta dica não limpa , camufla a sujeira das sapatilhas , pegue "giz" de marcar roupa , rosa ou branco e passe até ficar uma cor homogênea . Lembrete, dá trabalho e tem que ser feita na hora do espetáculo!


Então foi isso, espero que tenham entendido tudo! E lembrem-se: Quem dança é mais FELIZ!

Protegendo seus pés

Fala galera do EU DANÇO! Para amenizar a dor que nós bailarinas sentimos, precisamos proteger bem os pés, aqui vai algumas dicas:

A ponteira é essencial, a de silicone é a melhor para amenizar as dores.
 Uma outra dica é pegar um pedaço de papel-toalha, dobrá-lo e colocar dentro da sapatilha.
 Esparadrapos e fitas nos dedos são uma boa opção também.
 Nunca deixe de usar a meia, caso no figurino não peça, proteja mais ainda os dedos.
 Procure não usar sapatilhas muito apertadas ou largas para o seu pé, na hora de experimentá-las, use a meia, a ponteira, e os esparadrapos, para na hora de usá-los, a sapatilha não ficar apertada.

Fonte: http://pirouettes-carol.blogspot.com/2011/03/dicas-para-proteger-os-pes.html


Mas e as bailarinas com pés fortes?

Qual sapatilha escolher?


 Para as apresentações, escolha sapatilhas maleáveis; uma dica é a Capézio Partner 180. Já nas aulas, prefira uma ponta mais reforçada, pois esta irá trabalhar os pés, o que é  importante, mesmo para quem já possui força. Além disso,  quem possui pés fortes necessita de sapatilhas mais duras, para dar devida sustentação e não quebrar tão rapidamente. Algumas sugestões:
  • Millenium Adágio (recomendada para quem possui pés largos);
  • Contempora I ou II reforçada - Capézio;
  • Giselle - Capézio

Se puderem investir, vale muito a pena comprar uma sapatilha da marca Gaynor Minden. É a melhor, sem dúvidas! O diferencial é o material: simplesmente não quebra! Isso porque em vez de palmilha normal, ela possui elastômero, que é uma espécie de elástico resistente, que se adapta ao formato do pé e aos movimentos feitos pela bailarina. Aqui no Brasil a Gaynor não é vendida. Mas dá para realizar pedido pelo site; eles possuem um completo questionário, onde escolhem o melhor modelo para seu tipo de pé.

Site da Gaynor Minden:


Algumas bailarinas aquecem a sapatilha no forno quando esta fica mais mole. Eu acho melhor não arriscar. Mas esta era a única "dica" que eu sabia para sapatilhas durarem mais. Ah, e outra coisa: não forçá-las muito nas mãos. Se a ponta for muito dura, até é bom dar uma leve amolecida, mas nada demais. Amolecer é mesmo nos pés!


quarta-feira, 11 de julho de 2012

Tipos de bailarina

Fala galera do eu danço! Hoje eu estou aqui para falar os tipos de bailarinas mais comuns. Então sem mais delongas vamos vê-las:

1º tipo: Bailarina romântica
São sempre românticas, femininas e delicadas;
Sempre interpretam personagens românticos e femininos.

2º tipo: Bailarina elástica ou rasgada
São bailarinas extremamente flexíveis
Sempre sofrem acidentes com as suas pernas altas
Elas são extremamente moles

3º tipo: Bailarina o tempo todo
São bailarinas um pouco empolgadas de mais
Andam na meia ponta mesmo na rua
Fazem piruetas em lugares publico, são lindas...
As eternas bailarinas.

4º tipo: Bailarina Boneca

Sempre bem maquiada, mesmo quando vai ter apenas uma aula
Imagine nos dias de apresentação!
A maquiagem sempre impecável, lindas.

5º tipo: Bailarina despreocupada

Nunca ligam pro que os outros falam
Sempre determinadas e indiferentes
Não se deixam levar pelos que os outros dizem,
Não ligam são despreocupadas.

6º tipo: Primeira bailarina
São incríveis, lindas... mas...!
Elas têm o costume de se achar muito FANTASTICAS
Isso é um problema as vezes...
São sempre as aplaudidas e mágicas.

7º tipo: Bailarina tímida
São bailarinas caladas e envergonhadas
Quase nunca falam com as meninas...

8º tipo: Bailarina feminina

Sonhadora, perfumada, maquiada...
Sempre feminina e romântica tem movimentos,
Leves, delicados e graciosos como elas.

9º tipo: Bailarina metida
Acha-se melhor que as outras
Não olham nos olhos de ninguém
E estão sempre prontas pra arrumar confusão

É bemclaro que existem muitos outros tipos de bailarinas mas estas são as mais comuns, eu me classifico como bailarina o tempo todo, já que subo na meia-ponta pra conversar com meus amigos, faço plié nas filas, sem nenhum tipo de vergonha. E lembre-se: QUEM DANÇA É MAIS FELIZ! Até o próximo post!


terça-feira, 3 de julho de 2012

Fofuras do ballet

O que seria do ballet clássico sem seus aprendizes? Foi pensando nisso que achei algumas fofurinhas do ballet! Olhem:
 

E são estas as nossas fofurinhas de hoje! Vontade de apertar! Até o próximo post.

Aquecimento antes das aulas

Olá amantes da dança!

Muitos bailarinos têm dúvidas sobre como preparar o corpo para uma aula da dança, alguns só alongam, esquecendo do aquecimento.

Mas o que é o aquecimento?
Qualquer atividade que aumente a freqüência cardíaca, resultando na melhora da oxigenação e do fluxo sanguíneo em toda musculatura, preparando o corpo para uma atividade específica, diminuindo, assim os riscos de lesões.

É isso mesmo que você está pensando bailarino, aquela corridinha da Educação Física com vários elementos (elevação de joelhos, elevação de calcanhares, saltar, etc), ou até mesmo com jogos e brincadeiras como pega-pega, corrente, quebra gelo, queimada, dentre outras. Desta forma, conseguiremos aumentar nosso batimento cardíaco e preparar nosso corpo para a aula, com os alongamentos e exercícios propostos pelo professor de dança.

Gente… Vale lembrar que quando for aquecer com jogos e brincadeiras devemos deixar de lado o espírito competitivo para não se machucar ok! rs . O importante é brincar e se divertir, proporcionando o devido aquecimento e inclusive a integração social da turma. E você, como faz para se aquecer antes das aulas?


Oração das bailarinas 2

Senhor,
Na barra nossa de cada dia permiti que eu consiga lembrar-me da seqüência correta dos exercícios, que eu consiga algum dia esticar o joelho o suficiente, que eu consiga controlar a tremedeira no attitude devant, que eu tenha os braços e saltos tão leves que a platéia pense que dançar é a coisa mais fácil do mundo, que eu mantenha sempre uma postura de rainha com olhares infinitos e pescoço de girafa.


Dai-me Senhor uma memória de elefante para saber a coreografia que foi mudada ontem, força hercúlea nos pés para conseguir subir na ponta, pernas de jogador de futebol, improvisação de atriz, eixo de peão para girar e equilíbrio para ficar imóvel em uma perna só para sempre.


Que eu tenha Senhor, dinheiro para pagar as meias que puxam o fio, as sapatilhas que furam e as roupas de apresentação que somente serão usadas uma ou duas vezes.


Ajudai-nos com linóleos perfeitos, coxias grandes, e no final de meses de ensaio prestigiai-nos Senhor com pelo menos um público para aplaudir-nos…


Amém.


Alongamento

O que é o alongamento?  
Alongamentos são exercícios voltados para o aumento da flexibilidade muscular, que promovem o estiramento das fibras musculares, fazendo com que elas aumentem o seu comprimento. O principal efeito dos alongamentos é o aumento da flexibilidade, que é a maior amplitude de movimento possível de uma determinada articulação. Quanto mais alongado um músculo, maior será a movimentação da articulação comandada por aquele músculo e, portanto, maior sua flexibilidade.
Segundo Bruna Joaquim Carneiro, professora de educação física e nutricionista, o alongamento é uma prática fundamental para o bom funcionamento do corpo, proporcionando maior agilidade e elasticidade, além de prevenir lesões.
Essencial para o aquecimento e relaxamento dos músculos, deve ser uma atividade incorporada ao exercício físico, mas também pode ser praticado sozinho.
Qualquer pessoa pode aprender a fazer alongamentos, independentemente da idade e da flexibilidade, segundo Bruna Caneiro mesmo quem apresenta algum problema específico, como LER ou hérnia de disco também pode fazer alongamentos, mas com menos intensidade. Não é preciso grande condição física ou habilidades atléticas.
Os alongamentos podem ser feitos sempre que se sentir vontade, uma vez que relaxam o corpo e a mente.
Quando feitos de maneira adequada os alongamentos trazem os seguintes benefícios:
reduzem as tensões musculares;
relaxam o corpo;
proporcionam maior consciência corporal;
deixam os movimentos mais soltos e leves;
previnem lesões;
preparam o corpo para atividades físicas;
Ativam a circulação.
No caso de estudantes eles podem ser feitos até no intervalo das aulas, o alongamento ajuda na respiração, facilitando a circulação sanguínea o que aumenta o raciocínio.

Como deve ser feito? 
A respiração é fundamental: quando se respira fundo aumenta-se o relaxamento muscular. É a respiração que dá o ritmo ao exercício e por isso deve ser lenta e profunda.
Deve-se respeitar os seus limites. Forçar o alongamento pode causar lesões nos músculos e tendões. Não se preocupe em alongar até ao limite. Aos poucos você vai ganhar flexibilidade.
Regularidade e relaxamento são ingredientes obrigatórios para um bom alongamento. Aprenda a introduzi-lo em sua rotina. É possível alongar enquanto se faz outras coisas como ler ou ver TV.
Os alongamentos conseguem esse resultado por aumentarem a temperatura da musculatura e por produzirem pequenas distensões na camada de tecido conjuntivo que revestem os músculos.

Por que fazer alongamento?
Tanto uma vida sedentária, como a prática de atividade física regular intensa, em maior ou menor grau, promovem o encurtamento das fibras musculares, com diminuição da flexibilidade. Quanto à atividade física, esportes de longa duração como corrida, ciclismo, natação, entre outros, fortalecem os músculos, mas diminuem a sua flexibilidade.
Nos dois casos, a conseqüência direta desse encurtamento de fibras é a maior propensão para o desenvolvimento de problemas em ossos e músculos. Provavelmente, a queixa mais freqüente encontrada tanto entre sedentários, como entre atletas, é a perda da flexibilidade provocando dores lombares, por encurtamento da musculatura das costas e posterior das coxas, associado a uma musculatura abdominal fraca.
Com a prática regular de alongamentos os músculos passam a suportar melhor as tensões diárias e dos esportes, prevenindo o desenvolvimento de lesões musculares.
Quando alongar?
É importante alongar adequadamente a musculatura antes e também depois de uma atividade física. Isso prepara os músculos para as exigências que virão a seguir, protegendo e melhorando o desempenho muscular. Pela sua facilidade de execução, a maioria dos alongamentos pode também ser feitos, praticamente, a qualquer hora. Ao despertar pela manhã, no trabalho, durante viagens prolongadas, no ônibus, em qualquer lugar. Sempre que for identificada alguma tensão muscular, prontamente algum tipo de alongamento pode ser empregado para trazer bem estar. 
Como alongar?

Antes de tudo, é importante aprender a forma correta de executar os alongamentos, para aumentar os resultados e evitar lesões. Inicie o alongamento até sentir uma certa tensão no músculo e então relaxe um pouco, sustentando de 30 á 40 segundos, voltando novamente à posição inicial de relaxamento. Os movimentos devem ser sempre lentos e suaves.
O mesmo alongamento pode ser repetido, buscando alongar mais o músculo evitando sentir dor. Para aumentar o resultado, após cada alongamento, o músculo pode ser contraído por alguns segundos, voltando a ser alongado novamente. Bruna Carneiro ressalta que o ideal é combinar a prática do alongamento a uma atividade aeróbica, como, por exemplo, a caminhada.



Dentre os diversos tipos de alongamento, colocaremos dois para que vocês possam analisar: o alongamento estático, e o por facilitação neuromuscular proprioceptiva. Nome estranho, né? Até parece um palavrão, mas não é. Esse é um termo que vocês ainda iraão ouvir muito. Por tanto, é melhor se acostumar desde já.
O alongamento estático (parado) consiste em alongar o músculo até o ponto de desconforto, mantendo este alongamento por um período de tempo. (DANTAS, 1999).
O alongamento por facilitação neuromuscular se caracteriza por envolver duas ou mais fases onde há alternância de exercícios ativo (o individuo usa a capacidade individual somente, executando o movimento sem auxilio), e passivo (onde é submetido a uma força maior, através do auxílio de outra pessoa ou carga), objetivando conseguir um grau de amplitude articular maior do que o habitual.
Até hoje não existe concordância sobre qual é a melhor técnica de alongamento.



Você é viciada em ballet quando...

...você usa longos corredores para treinar grand jetés.
...você tem mais sapatilhas de ponta do que sapatos normais.
...alguém te confunde com um pedaço de borracha.
...em vez de dedos você tem bolhas nos pés.
...você sobe na meia ponta quando conversa com seus amigos.
...você se senta na abertura confortavelmente.
...você coloca sua sapatilha de ponta para alcançar objetos que estão em lugares altos.
...a dança é a vida, o resto é apenas um passatempo.
...piruetas e fouettés são as palavras principais de seu vocabulário.
...você conhece mais palavras em francês do que em inglês.
...você só consegue contar até oito.
...você ri quando alguém que não dança reclama que o pé está doendo.
...assistir tevê é a hora de se alongar.
...você promete nunca parar de dançar
...você atravessa um corredor em chasê, ao invés de andar.
...todos os seus amigos estão jantando enquanto você está ensaiando.
...você faz pliés e tendus enquanto está na fila.
...você faz grand jetés nos estacionamentos e quando desce a rua.
...você tem os músculos mais fortes do que os meninos do seu colégio.
...você usa breu em vez de sabão.
...antes de qualquer coisa você conta 5 ,6, 7 e 8.
...você escova os dentes treinando sustentação devant, à la second e deriérre



Dança do ventre

O que parece, a princípio, uma dança apelativamente sensual e de origem machista, onde mulheres dançavam pelo prazer e entretenimento dos seus “donos”, é na verdade, uma genuína manifestação feminista.
No princípio, lá pelos meados de 6.000 a.C., as primeiras bailarinas arriscavam os passinhos da dança, em rituais de fertilidade, cultuando a Grande Mãe. Depois, no Egito ela virou a “Raqs Sharqi” que seria “dança do Leste”, onde as grandes sacerdotisas dançavam em rituais de adoração àdeusa Isis (minha favorita), também conhecida como Rainha ou Mãe do Egito.
A verdade é que somente as consideradas cultas demais para época, as sacerdotisas, poetisas, musicistas e afins que dançavam a Raqs Sharqi. Era uma manifestação da importância, graça e força da mulher. A ideia de submissão, ligação à prostituição surgiu bem depois, foi um deturpação da ideia original. Quando Napoleão invadiu o Egito ele decapitou mais de 400 bailarinas, por considerar a dança muito impura, com denotações sexuais. Mas isso é outra história…
É chamada de dança do ventre, ou dança de barriga, por ter movimentos que massageam e fortalecem essa região.
Além de belíssima, a dança do ventre pode proporcionar muitos benefícios à mulher que a pratica.Alguns deles estão aí:
 Uma aula de Dança do ventre pode queimar de 300 a 500 calorias (dependendo dos movimentos), auxiliando na perda de peso.
Enrijece a musculatura do abdômen, pernas, braços, costas e glúteos.
Aumenta e ativa a circulação sanguínea, flexibilidade e resistência física.
Trabalha as articulações, auxilia na reeducação postural.
 Desenvolve coordenação motora e equilíbrio.
Desenvolve a auto-estima: a mulher passa a observar e perceber que tem diversas qualidades que talvez nunca tenham sido trabalhadas;
Aflora a feminilidade tornando-a mais sensual, sem resquícios de vulgaridade;
Desenvolve a agilidade mental, concentração e atenção tanto na música quanto nos movimentos.
Estimula a criatividade;
A timidez que muitas vezes atrapalha o processo de aprendizado é trabalhada aos poucos, inibindo-a gradativamente, possibilitando melhoria nos relacionamentos;
Evita o stress do dia-a-dia através do contato de grupo e dos exercícios que estimulam a liberação de adrenalina e endorfina, hormônios responsáveis pela sensação de prazer e bem-estar.
Alivia cólicas menstruais (promove maior irrigação sanguínea em toda região pélvica e diminui os efeitos da TPM); Sim meninas, isso é verdade!
Equilibra Hormônios (auxilia na regulação endócrina de hormônios sexuais secretados pelos ovários);
Melhora a função sexual (controle sobre os esfíncteres, fortalecendo a musculatura do períneo e assoalho pélvico, prevenindo doenças como incontinência urinária)



Porque você escolheu o Ballet Clássico

Muitos escolhem este tipo de dança.
Alguns desistem.
Outros, fadigados, param nas primeiras subidas.
Há os que avançam, entre dificuldades até alcançarem o auge de uma brilhante carreira.
O principal inimigo é a inconstância que nasce da sensação de frustração quando os frutos custam a aparecer ou não correspondem ao trabalho desenvolvido.
Estamos acostumados a rapidez e a eficiência, duas leis típicas da civilização tecnológica. Mas nem sempre acontece assim na vida de uma estudante de ballet clássico.
Muitas vezes os resultados não são proporcionais aos esforços, as dificuldades, são sempre iguais e ainda maiores. parece que quanto mais avançamos, a meta fica cada dia mais distante.
...quanta energia para tão pequenos resultados!...
Duas condições são indispensáveis para a bailarina, paciência e constância.
Paciência: para aceitar as próprias limitações, para aceitar o fato de com muito esforço conseguir, às vezes, pequenos resultados.
Constância: que faz praticar sempre cada vez com maior empenho, mais exigência de si mesmo, tendo como fundo musical que move, sustem a alenta esperança de atingir a meta.
Dançar é uma arte; e como arte está sujeita a norma de aprendizagem como qualquer atividade humana.
Dançar " bem" exige método, ordem e disciplina.
Pensemos quantos anos são precisos, quanta energia, método e pedagogia para qualquer atividade humana, um pintor, compositor, médico, etc...
Se dançar é arte, não sonhemos alcançar um alto grau de aperfeiçoamento sem energia, ordem, método e paciência.
A arte de dançar é para corações generosos que amam, é para espíritos desenvolvidos que tem uma inclinação natural para o Belo, dada por Deus. ( Não é para qualquer um.)
É para você que é especial!