"O maior prazer da vida é fazer o impossível"
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Nunca é tarde para ser feliz
"O maior prazer da vida é fazer o impossível"
Ar doce ar: Respiração
Adaptação do site http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php?section=3¬icia=299
Créditos ao blog Vivendo e Dançando pela idéia de falar sobre a respiração na dança
Créditos ao blog Vivendo e Dançando pela idéia de falar sobre a respiração na dança
Pontas: Como e quando devo usar?
Não são todos que devem dançar na ponta! A decisão para começar o trabalho da ponta deve ser feita somente por um professor hábil e conhecedor do ballet. Os estudantes que sobem na ponta antes de estarem fisicamente preparados correm um grande risco, construindo maus hábitos que podem levar anos para serem corrigidos. Mais sério ainda é o potencial para ferimentos ou os danos permanentes à estrutura dos ossos ou dos músculos dos pés, além do grande desapontamento em vista do pouco progresso alcançado. Para evitar estes problemas, um professor deve considerar diversos aspectos ao selecionar os estudantes que estão prontos para começar o trabalho da ponta:
Idade - nenhum estudante deve subir nas pontas antes dos 10 anos.
A pressão do peso do corpo no pé e nos dedos do pé, que estão ainda "macios" e em crescimento, pode causar a mal formação dos ossos e das junções. Muitos professores preferem esperar até que o estudante tenha mais de 11 ou 12 anos.
Treinamento - o estudante deve ter tido ao menos dois a três anos de treinamento sério de ballet, e deve fazer aulas ao menos duas vezes por semana. Esta é a preparação mínima necessária para um estudante desenvolver a técnica e a força suficientes para prepará-lo para o trabalho em pontas.
Estrutura do osso - a estrutura do tornozelo e do pé do estudante é de grande importância.
O pé ideal deve ter os dedos de comprimento quase igual, o que fornece uma "plataforma quadrada" onde se apoiar. Os estudantes que têm o dedão do pé longo podem encontrar alguma dificuldade e desconforto na ponta, porque todo o peso do corpo deve ser suportado apenas nesse dedão. Apesar disso, esse tipo de pé não impede necessariamente que o bailarino dance bem e com segurança. A forma do pé mais difícil de trabalhar é quando o segundo dedo do pé é o mais longo. Se a diferença no comprimento for ligeira, determinadas modificações podem ajudar a aliviar a pressão nesse dedo do pé. Se a diferença no comprimento for grande, o professor pode desencorajar o estudante a tentar o trabalho da ponta.
A segunda consideração estrutural é o grau de flexibilidade no tornozelo e a quantidade de arco do pé. Um estudante cujos pés tenham flexibilidade insuficiente e cujo arco seja pequeno não conseguirá colocar o tornozelo em uma linha direta entre o joelho e os dedos do pé na ponta. O bailarino que não consegue ficar na ponta dessa maneira não deve iniciar tal trabalho. Porém, indo ao extremo oposto, um bailarino que tenha um tornozelo extremamente flexível e/ou um arco do pé extremamente elevado necessitará de cuidados especiais e da orientação de um professor com um olho muito atento. Este tipo de tornozelo é freqüentemente muito fraco e pode requerer seu fortalecimento antes que o trabalho das pontas seja iniciado.
Físico - o físico individual do estudante deve ser avaliado com cuidado. Ele deve ter os músculos abdominais e traseiros fortes, o que cria um alinhamento apropriado, e deve mostrar o uso consistente destes músculos dentro e fora das aulas de ballet. O tornozelo e os músculos do pé devem poder "prender" o pé inteiro no alinhamento apropriado. Deve se ter uma grande atenção para assegurar que os músculos ao redor do tornozelo estão treinados suficientemente para prendê-lo fortemente na posição correta. Um estudante que esteja acima do peso se arrisca a danificar ou ferir seu pé pela pressão extra colocada em seus dedos. Ele deve ser incentivado a perder lentamente esse peso extra antes que comece o trabalho de pontas.
Comportamento - o estudante deve ter um bom comportamento: prestar muita atenção nas aulas e trabalhar cuidadosamente as correções dadas por seu professor.
Observações - é importante que estudantes e pais compreendam que as orientações listadas acima são exigências de idade e técnica que nem sempre são seguidas por todos os professores, afinal, há diferentes critérios para se iniciar o trabalho em pontas. Apesar disso, considerar esses aspectos é sempre importante.
Os estudantes se desenvolvem de diferentes maneiras, e é portanto improvável que uma classe inteira estaria pronta para tentar ao mesmo tempo o trabalho das pontas. Dessa maneira, pais e alunos, não fiquem desesperados se vocês ou seus filhos não passaram ao mesmo tempo do que seus colegas para a turma de pontas. É tudo uma questão de tempo, basta aguardar um pouco!
As sapatilhas de ponta, para a bailarina, precisam ser a continuação do próprio pé, e não um anexo à parte. Para que o trabalho possa se desenvolver produtivamente, a sapatilha deve ser adaptada como uma luva, de tal forma que contribua com a mobilidade do pé, sem causar dor excessiva e tensão para que o movimento não se veja amarrado, artificial, mecânico.
As solas das sapatilhas são fortes para a bailarina poder subir nas pontas.
O cetim em volta das extremidades é endireitado com cola, mas não há acúmulo dentro do sapato.
O momento da compra das sapatilhas de ponta é muito importante, pois seu desempenho com elas depende da escolha correta.
As sapatilhas devem ser pessoais e intrasferíveis. Nunca devem ser emprestadas, pois se já estão moldadas num determinado formato poderão se deformar quando outro corpo pisar sobre elas.
Além disso, a aluna deve saber que as sapatilhas precisam permanecer limpas. Deve-se fazer periodicamente uma limpeza. Existem vários tipos de sapatilhas para os mais diversos formatos de pés, escolha o mais adequado para você.
Como escolher sua sapatilha:
A maioria das dores associadas com as sapatilhas de ponta são o resultado direto da escolha mal feita. As pontas que são muito longas ou muito largas permitirão que o pé deslize para dentro da sapatilha, causando bolhas nas pontas dos dedos. Já as sapatilhas que são muito curtas ou muito estreitas podem espremer os dedos e as junções do pé, não permitindo que se trabalhe corretamente. Infelizmente, a maioria dos vendedores das lojas de artigos de dança não são bailarinos experientes.
Apesar de suas intenções serem normalmente boas, seu nível de entendimento pode ser inadequado e prejudicar sua compra. Há diversos tipos e estilos de sapatilhas de ponta disponíveis, variando na dureza da sola, na largura e na forma da caixa (onde há o gesso) e no comprimento do tecido (bem na frente dos dedos).
A preferência e a recomendação de cada professor dadas ao estudante devem ser seguidas.
Recomenda-se, sempre que possível, que o primeiro par de sapatilhas de ponta seja adquirido com a presença do professor. Se isto não for possível, ou se o estudante já estiver avançado o bastante para comprar suas pontas, elas devem ser sempre examinadas pelo professor antes mesmo da costura das fitas ou do elástico, já que algumas das lojas de dança costumam trocar as pontas se estas estiverem novas.
Para iniciantes, o ideal são as pontas mais macias, flexíveis, que vão se amoldar facilmente nos pés e não machucam.
• As meninas com pés fortes (musculatura forte) devem escolher pontas resistentes, para durar mais e evitar que se torça o tornozelo com a sapatilha mole demais.
• Cuidado com as sapatilhas importadas, elas costumam ser mais caras e nem sempre são as mais adequadas para o seu tipo de pé!
• Confusões sérias podem ocorrer se usamos sapatilhas muito largas ou muito apertadas. Se os pés ficam soltos, estão sujeitos aos tropeções e se muito apertados podem tirar a estabilidade da bailarina e causar bolhas no calcanhar.
• Para ver se a sua sapatilha está do tamanho certo, tente mexer os dedos. Se tiver muito espaço, ela está larga ou grande. Depois, com o pé no chão, veja se a lona está esticada no calcanhar, se não estiver, também está grande.
• Para quem tem pés largos, cuidado na escolha de sua ponta. As sapatilhas costumam ser muito finas, e além de machucarem, atrapalham o trabalho dos dedos. Existem sapatilhas especiais para os pés largos.
Observando o ajuste da nova sapatilha
As sapatilhas devem estar perfeitamente ajustadas em seu pé. O ajuste correto é tão preciso que até mesmo meias inadequadas, com uma espessura ligeiramente diferente das usadas durante as aulas, podem resultar na compra de um tamanho incorreto. As sapatilhas de ponta são feitas sob medida, diferentemente dos sapatos normais, e cada tipo tem seu próprio método de colagem. Uma boa sapatilha deve caber confortavelmente no pé.
As sapatilhas que couberem corretamente não deslizarão como os sapatos normais.
A recolocação freqüente das sapatilhas de ponta (ocorre nos ensaios, aulas, etc.), desde que essas tenham um ajuste confortável, não põe em perigo os pés de crianças e adolescentes em crescimento.
Não há nenhuma designação (direita ou esquerda) na sapatilha nova de ponta. Cada sapatilha deve ser testada e avaliada das seguintes maneiras:
• Nenhuma prega deve ser visível na sapatilha, não importa como o bailarino esteja (no chão ou na ponta). Sua presença indica que a sapatilha está provavelmente muito larga.
• Você não deve poder deslizar seu dedo dentro da sapatilha, tanto quando o pé estiver no chão quanto quando na ponta. Se isso acontecer, a sapatilha é provavelmente larga.
• As sapatilhas de ponta devem caber como uma luva no seu pé. A maioria dos pés são mais curtos no comprimento quando esticados do que quando estão normais, apoiados no chão. Uma boa sapatilha deve ficar perfeita na ponta. Assim, quando o pé estiver no chão, a sensação será de conforto.
Um indicador de uma sapatilha muito longa é a sensação que o dançarino pode ter quando, ao subir na ponta, os dedos do pé deslizarem ligeiramente para baixo na caixa da sapatilha.
Este é um sinal certo para a formação de bolhas. Não deve haver nenhum espaço dentro das sapatilhas, ou então deve haver pouquíssimo espaço. Pode ser necessário tentar uma dúzia ou mais pares de sapatilhas antes de determinar que par cabe melhor.
Primeira experiência nas pontas - Como você deve se sentirAs sapatilhas de ponta são muito diferentes das de meia-ponta ou dos sapatos normais. O ajuste confortável permite pouco ou até nenhum lugar para mexer os dedos do pé. Você se sentirá muito "apertado" e restrito no início, mas depois, com o tempo, as sapatilhas se adaptam aos seus pés.
A paralisação dos dedos do pé (ou melhor, o "não conseguir movê-los") também é normal. Os dançarinos logo se acostumam a esses desconfortos, que são sofridos a cada novo par de sapatilhas. No início, há a sensação de incômodo por sentir a extremidade da sola no meio do calcanhar. O contrapeso é também um tanto difícil no início porque a sola é mais estreita do que a sola do pé. São necessários tornozelos fortes para manter os pés ondulados de um lado do pé ao outro, o que dá a estabilidade. Uma outra sensação diferente é a diminuição da profundidade do demi-plié.
Isto acontece porque as fitas limitam a articulação do tornozelo e a sapatilha confortável impede que o pé se espalhe para fora como faz na meia-ponta. Ao estar na ponta, o pé deve ser colocado de modo que o peito deste esteja esticado inteiramente e que os dedos dêem forma a um ângulo perpendicular com o assoalho.
Uma linha reta pode ser desenhada através das junções do quadril, do joelho, do tornozelo e do dedão do pé (quando visto de lado, por exemplo, num arabesque na ponta). A superfície inteira da ponta deve tocar no assoalho. O peso do dançarino deve ser uniformemente distribuído por todo o corpo. Em nenhuma hora é permitido a ele "se afundar" na sapatilha. Isto inibe seu dançar, cria o estresse e a dor impróprios nas junções do pé, e causa o desgaste mais rápido das sapatilhas. Para a colocação apropriada na ponta, um bailarino com um peito do pé bem trabalhado e/ou com as junções do metatarso muito flexíveis pode ter que flexionar um pouco os dedos enquanto esticar completamente seu peito do pé.
Como amarrar a sapatilha:
• Primeiro, costure as duas pontas do elástico acima da costura do calcanhar,de modo que o elástico dê uma "voltinha".
• Costure uma fita (aproximadamente 45 cm) de cada lado da sapatilha. Para saber o lugar exato, dobre o calcanhar da sapatilha em direção da sola. O lugar onde a lona está dobrada é onde a fita deve ser costurada.
• Ao calçar a sapatilha, o elástico já entra em volta do tornozelo. Passe a fita de fora primeiro na frente da perna, e amarre as duas atrás ou no lado de dentro da perna, com dois nós (não tem laço), corte o excesso. Certifique-se que ele não vai soltar, e coloque as pontinhas da fita para dentro da parte amarrada.
• Não suba a fita pela perna ao enrolá-la. Ela deve ficar bem embaixo, amarrada junto ao tornozelo.
Evitando o Barulho
As sapatilhas novas, normalmente, fazem um ruído muito desagradável. Para espetáculos, os dançarinos devem acabar com o ruído das pontas, fazendo-as absolutamente silenciosas. Isto pode ser feito batendo a parte de baixo da caixa de encontro a uma parede, ou com um martelo. É difícil dançar nas sapatilhas que têm a sola exterior grossa. As bordas desta sola podem ser chanfradas com uma faca, de modo que se ajustem ao cetim. Isto, geralmente, faz com que fique mais fácil subir na ponta, além de diminuir o barulho de quando são novas.
Para limpar sua sapatilha
Faça uma mistura de "veja multi-uso" e "água" , diluindo um no outro , pegue uma escovinha(pode ser escova de dentes velha) e vá esfregando até ela ficar limpinha. Não fica nova , fica um pouquinho desbotada , mas é a dica que melhor funciona! Pegue um paninho velho embebido em álcool e passe com carinho nas sapatilhas, elas ficam um pouquinho mais claras! Esta dica não limpa , camufla a sujeira das sapatilhas , pegue "giz" de marcar roupa , rosa ou branco e passe até ficar uma cor homogênea . Lembrete, dá trabalho e tem que ser feita na hora do espetáculo!
Então foi isso, espero que tenham entendido tudo! E lembrem-se: Quem dança é mais FELIZ!
Idade - nenhum estudante deve subir nas pontas antes dos 10 anos.
A pressão do peso do corpo no pé e nos dedos do pé, que estão ainda "macios" e em crescimento, pode causar a mal formação dos ossos e das junções. Muitos professores preferem esperar até que o estudante tenha mais de 11 ou 12 anos.
Treinamento - o estudante deve ter tido ao menos dois a três anos de treinamento sério de ballet, e deve fazer aulas ao menos duas vezes por semana. Esta é a preparação mínima necessária para um estudante desenvolver a técnica e a força suficientes para prepará-lo para o trabalho em pontas.
Estrutura do osso - a estrutura do tornozelo e do pé do estudante é de grande importância.
O pé ideal deve ter os dedos de comprimento quase igual, o que fornece uma "plataforma quadrada" onde se apoiar. Os estudantes que têm o dedão do pé longo podem encontrar alguma dificuldade e desconforto na ponta, porque todo o peso do corpo deve ser suportado apenas nesse dedão. Apesar disso, esse tipo de pé não impede necessariamente que o bailarino dance bem e com segurança. A forma do pé mais difícil de trabalhar é quando o segundo dedo do pé é o mais longo. Se a diferença no comprimento for ligeira, determinadas modificações podem ajudar a aliviar a pressão nesse dedo do pé. Se a diferença no comprimento for grande, o professor pode desencorajar o estudante a tentar o trabalho da ponta.
A segunda consideração estrutural é o grau de flexibilidade no tornozelo e a quantidade de arco do pé. Um estudante cujos pés tenham flexibilidade insuficiente e cujo arco seja pequeno não conseguirá colocar o tornozelo em uma linha direta entre o joelho e os dedos do pé na ponta. O bailarino que não consegue ficar na ponta dessa maneira não deve iniciar tal trabalho. Porém, indo ao extremo oposto, um bailarino que tenha um tornozelo extremamente flexível e/ou um arco do pé extremamente elevado necessitará de cuidados especiais e da orientação de um professor com um olho muito atento. Este tipo de tornozelo é freqüentemente muito fraco e pode requerer seu fortalecimento antes que o trabalho das pontas seja iniciado.
Físico - o físico individual do estudante deve ser avaliado com cuidado. Ele deve ter os músculos abdominais e traseiros fortes, o que cria um alinhamento apropriado, e deve mostrar o uso consistente destes músculos dentro e fora das aulas de ballet. O tornozelo e os músculos do pé devem poder "prender" o pé inteiro no alinhamento apropriado. Deve se ter uma grande atenção para assegurar que os músculos ao redor do tornozelo estão treinados suficientemente para prendê-lo fortemente na posição correta. Um estudante que esteja acima do peso se arrisca a danificar ou ferir seu pé pela pressão extra colocada em seus dedos. Ele deve ser incentivado a perder lentamente esse peso extra antes que comece o trabalho de pontas.
Comportamento - o estudante deve ter um bom comportamento: prestar muita atenção nas aulas e trabalhar cuidadosamente as correções dadas por seu professor.
Observações - é importante que estudantes e pais compreendam que as orientações listadas acima são exigências de idade e técnica que nem sempre são seguidas por todos os professores, afinal, há diferentes critérios para se iniciar o trabalho em pontas. Apesar disso, considerar esses aspectos é sempre importante.
Os estudantes se desenvolvem de diferentes maneiras, e é portanto improvável que uma classe inteira estaria pronta para tentar ao mesmo tempo o trabalho das pontas. Dessa maneira, pais e alunos, não fiquem desesperados se vocês ou seus filhos não passaram ao mesmo tempo do que seus colegas para a turma de pontas. É tudo uma questão de tempo, basta aguardar um pouco!
As sapatilhas de ponta, para a bailarina, precisam ser a continuação do próprio pé, e não um anexo à parte. Para que o trabalho possa se desenvolver produtivamente, a sapatilha deve ser adaptada como uma luva, de tal forma que contribua com a mobilidade do pé, sem causar dor excessiva e tensão para que o movimento não se veja amarrado, artificial, mecânico.
As solas das sapatilhas são fortes para a bailarina poder subir nas pontas.
O cetim em volta das extremidades é endireitado com cola, mas não há acúmulo dentro do sapato.
O momento da compra das sapatilhas de ponta é muito importante, pois seu desempenho com elas depende da escolha correta.
As sapatilhas devem ser pessoais e intrasferíveis. Nunca devem ser emprestadas, pois se já estão moldadas num determinado formato poderão se deformar quando outro corpo pisar sobre elas.
Além disso, a aluna deve saber que as sapatilhas precisam permanecer limpas. Deve-se fazer periodicamente uma limpeza. Existem vários tipos de sapatilhas para os mais diversos formatos de pés, escolha o mais adequado para você.
Como escolher sua sapatilha:
A maioria das dores associadas com as sapatilhas de ponta são o resultado direto da escolha mal feita. As pontas que são muito longas ou muito largas permitirão que o pé deslize para dentro da sapatilha, causando bolhas nas pontas dos dedos. Já as sapatilhas que são muito curtas ou muito estreitas podem espremer os dedos e as junções do pé, não permitindo que se trabalhe corretamente. Infelizmente, a maioria dos vendedores das lojas de artigos de dança não são bailarinos experientes.
Apesar de suas intenções serem normalmente boas, seu nível de entendimento pode ser inadequado e prejudicar sua compra. Há diversos tipos e estilos de sapatilhas de ponta disponíveis, variando na dureza da sola, na largura e na forma da caixa (onde há o gesso) e no comprimento do tecido (bem na frente dos dedos).
A preferência e a recomendação de cada professor dadas ao estudante devem ser seguidas.
Recomenda-se, sempre que possível, que o primeiro par de sapatilhas de ponta seja adquirido com a presença do professor. Se isto não for possível, ou se o estudante já estiver avançado o bastante para comprar suas pontas, elas devem ser sempre examinadas pelo professor antes mesmo da costura das fitas ou do elástico, já que algumas das lojas de dança costumam trocar as pontas se estas estiverem novas.
Para iniciantes, o ideal são as pontas mais macias, flexíveis, que vão se amoldar facilmente nos pés e não machucam.
• As meninas com pés fortes (musculatura forte) devem escolher pontas resistentes, para durar mais e evitar que se torça o tornozelo com a sapatilha mole demais.
• Cuidado com as sapatilhas importadas, elas costumam ser mais caras e nem sempre são as mais adequadas para o seu tipo de pé!
• Confusões sérias podem ocorrer se usamos sapatilhas muito largas ou muito apertadas. Se os pés ficam soltos, estão sujeitos aos tropeções e se muito apertados podem tirar a estabilidade da bailarina e causar bolhas no calcanhar.
• Para ver se a sua sapatilha está do tamanho certo, tente mexer os dedos. Se tiver muito espaço, ela está larga ou grande. Depois, com o pé no chão, veja se a lona está esticada no calcanhar, se não estiver, também está grande.
• Para quem tem pés largos, cuidado na escolha de sua ponta. As sapatilhas costumam ser muito finas, e além de machucarem, atrapalham o trabalho dos dedos. Existem sapatilhas especiais para os pés largos.
Observando o ajuste da nova sapatilha
As sapatilhas devem estar perfeitamente ajustadas em seu pé. O ajuste correto é tão preciso que até mesmo meias inadequadas, com uma espessura ligeiramente diferente das usadas durante as aulas, podem resultar na compra de um tamanho incorreto. As sapatilhas de ponta são feitas sob medida, diferentemente dos sapatos normais, e cada tipo tem seu próprio método de colagem. Uma boa sapatilha deve caber confortavelmente no pé.
As sapatilhas que couberem corretamente não deslizarão como os sapatos normais.
A recolocação freqüente das sapatilhas de ponta (ocorre nos ensaios, aulas, etc.), desde que essas tenham um ajuste confortável, não põe em perigo os pés de crianças e adolescentes em crescimento.
Não há nenhuma designação (direita ou esquerda) na sapatilha nova de ponta. Cada sapatilha deve ser testada e avaliada das seguintes maneiras:
• Nenhuma prega deve ser visível na sapatilha, não importa como o bailarino esteja (no chão ou na ponta). Sua presença indica que a sapatilha está provavelmente muito larga.
• Você não deve poder deslizar seu dedo dentro da sapatilha, tanto quando o pé estiver no chão quanto quando na ponta. Se isso acontecer, a sapatilha é provavelmente larga.
• As sapatilhas de ponta devem caber como uma luva no seu pé. A maioria dos pés são mais curtos no comprimento quando esticados do que quando estão normais, apoiados no chão. Uma boa sapatilha deve ficar perfeita na ponta. Assim, quando o pé estiver no chão, a sensação será de conforto.
Um indicador de uma sapatilha muito longa é a sensação que o dançarino pode ter quando, ao subir na ponta, os dedos do pé deslizarem ligeiramente para baixo na caixa da sapatilha.
Este é um sinal certo para a formação de bolhas. Não deve haver nenhum espaço dentro das sapatilhas, ou então deve haver pouquíssimo espaço. Pode ser necessário tentar uma dúzia ou mais pares de sapatilhas antes de determinar que par cabe melhor.
Primeira experiência nas pontas - Como você deve se sentirAs sapatilhas de ponta são muito diferentes das de meia-ponta ou dos sapatos normais. O ajuste confortável permite pouco ou até nenhum lugar para mexer os dedos do pé. Você se sentirá muito "apertado" e restrito no início, mas depois, com o tempo, as sapatilhas se adaptam aos seus pés.
A paralisação dos dedos do pé (ou melhor, o "não conseguir movê-los") também é normal. Os dançarinos logo se acostumam a esses desconfortos, que são sofridos a cada novo par de sapatilhas. No início, há a sensação de incômodo por sentir a extremidade da sola no meio do calcanhar. O contrapeso é também um tanto difícil no início porque a sola é mais estreita do que a sola do pé. São necessários tornozelos fortes para manter os pés ondulados de um lado do pé ao outro, o que dá a estabilidade. Uma outra sensação diferente é a diminuição da profundidade do demi-plié.
Isto acontece porque as fitas limitam a articulação do tornozelo e a sapatilha confortável impede que o pé se espalhe para fora como faz na meia-ponta. Ao estar na ponta, o pé deve ser colocado de modo que o peito deste esteja esticado inteiramente e que os dedos dêem forma a um ângulo perpendicular com o assoalho.
Uma linha reta pode ser desenhada através das junções do quadril, do joelho, do tornozelo e do dedão do pé (quando visto de lado, por exemplo, num arabesque na ponta). A superfície inteira da ponta deve tocar no assoalho. O peso do dançarino deve ser uniformemente distribuído por todo o corpo. Em nenhuma hora é permitido a ele "se afundar" na sapatilha. Isto inibe seu dançar, cria o estresse e a dor impróprios nas junções do pé, e causa o desgaste mais rápido das sapatilhas. Para a colocação apropriada na ponta, um bailarino com um peito do pé bem trabalhado e/ou com as junções do metatarso muito flexíveis pode ter que flexionar um pouco os dedos enquanto esticar completamente seu peito do pé.
Como amarrar a sapatilha:
• Primeiro, costure as duas pontas do elástico acima da costura do calcanhar,de modo que o elástico dê uma "voltinha".
• Costure uma fita (aproximadamente 45 cm) de cada lado da sapatilha. Para saber o lugar exato, dobre o calcanhar da sapatilha em direção da sola. O lugar onde a lona está dobrada é onde a fita deve ser costurada.
• Ao calçar a sapatilha, o elástico já entra em volta do tornozelo. Passe a fita de fora primeiro na frente da perna, e amarre as duas atrás ou no lado de dentro da perna, com dois nós (não tem laço), corte o excesso. Certifique-se que ele não vai soltar, e coloque as pontinhas da fita para dentro da parte amarrada.
• Não suba a fita pela perna ao enrolá-la. Ela deve ficar bem embaixo, amarrada junto ao tornozelo.
Evitando o Barulho
As sapatilhas novas, normalmente, fazem um ruído muito desagradável. Para espetáculos, os dançarinos devem acabar com o ruído das pontas, fazendo-as absolutamente silenciosas. Isto pode ser feito batendo a parte de baixo da caixa de encontro a uma parede, ou com um martelo. É difícil dançar nas sapatilhas que têm a sola exterior grossa. As bordas desta sola podem ser chanfradas com uma faca, de modo que se ajustem ao cetim. Isto, geralmente, faz com que fique mais fácil subir na ponta, além de diminuir o barulho de quando são novas.
Para limpar sua sapatilha
Faça uma mistura de "veja multi-uso" e "água" , diluindo um no outro , pegue uma escovinha(pode ser escova de dentes velha) e vá esfregando até ela ficar limpinha. Não fica nova , fica um pouquinho desbotada , mas é a dica que melhor funciona! Pegue um paninho velho embebido em álcool e passe com carinho nas sapatilhas, elas ficam um pouquinho mais claras! Esta dica não limpa , camufla a sujeira das sapatilhas , pegue "giz" de marcar roupa , rosa ou branco e passe até ficar uma cor homogênea . Lembrete, dá trabalho e tem que ser feita na hora do espetáculo!
Então foi isso, espero que tenham entendido tudo! E lembrem-se: Quem dança é mais FELIZ!
Protegendo seus pés
Fala galera do EU DANÇO! Para amenizar a dor que nós bailarinas sentimos, precisamos proteger bem os pés, aqui vai algumas dicas:
• A ponteira é essencial, a de silicone é a melhor para amenizar as dores.
• Uma outra dica é pegar um pedaço de papel-toalha, dobrá-lo e colocar dentro da sapatilha.
• Esparadrapos e fitas nos dedos são uma boa opção também.
• Nunca deixe de usar a meia, caso no figurino não peça, proteja mais ainda os dedos.
• Procure não usar sapatilhas muito apertadas ou largas para o seu pé, na hora de experimentá-las, use a meia, a ponteira, e os esparadrapos, para na hora de usá-los, a sapatilha não ficar apertada.
Fonte: http://pirouettes-carol.blogspot.com/2011/03/dicas-para-proteger-os-pes.html
• A ponteira é essencial, a de silicone é a melhor para amenizar as dores.
• Uma outra dica é pegar um pedaço de papel-toalha, dobrá-lo e colocar dentro da sapatilha.
• Esparadrapos e fitas nos dedos são uma boa opção também.
• Nunca deixe de usar a meia, caso no figurino não peça, proteja mais ainda os dedos.
• Procure não usar sapatilhas muito apertadas ou largas para o seu pé, na hora de experimentá-las, use a meia, a ponteira, e os esparadrapos, para na hora de usá-los, a sapatilha não ficar apertada.
Fonte: http://pirouettes-carol.blogspot.com/2011/03/dicas-para-proteger-os-pes.html
Mas e as bailarinas com pés fortes?
Qual sapatilha escolher?
Para as apresentações, escolha sapatilhas maleáveis; uma dica é a Capézio Partner 180. Já nas aulas, prefira uma ponta mais reforçada, pois esta irá trabalhar os pés, o que é importante, mesmo para quem já possui força. Além disso, quem possui pés fortes necessita de sapatilhas mais duras, para dar devida sustentação e não quebrar tão rapidamente. Algumas sugestões:
- Millenium Adágio (recomendada para quem possui pés largos);
- Contempora I ou II reforçada - Capézio;
- Giselle - Capézio
Se puderem investir, vale muito a pena comprar uma sapatilha da marca Gaynor Minden. É a melhor, sem dúvidas! O diferencial é o material: simplesmente não quebra! Isso porque em vez de palmilha normal, ela possui elastômero, que é uma espécie de elástico resistente, que se adapta ao formato do pé e aos movimentos feitos pela bailarina. Aqui no Brasil a Gaynor não é vendida. Mas dá para realizar pedido pelo site; eles possuem um completo questionário, onde escolhem o melhor modelo para seu tipo de pé.
Algumas bailarinas aquecem a sapatilha no forno quando esta fica mais mole. Eu acho melhor não arriscar. Mas esta era a única "dica" que eu sabia para sapatilhas durarem mais. Ah, e outra coisa: não forçá-las muito nas mãos. Se a ponta for muito dura, até é bom dar uma leve amolecida, mas nada demais. Amolecer é mesmo nos pés!
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quarta-feira, 11 de julho de 2012
Tipos de bailarina
Fala galera do eu danço! Hoje eu estou aqui para falar os tipos de bailarinas mais comuns. Então sem mais delongas vamos vê-las:
1º tipo: Bailarina romântica
São sempre românticas, femininas e delicadas;
Sempre interpretam personagens românticos e femininos.
2º tipo: Bailarina elástica ou rasgada
São bailarinas extremamente flexíveis
Sempre sofrem acidentes com as suas pernas altas
Elas são extremamente moles
3º tipo: Bailarina o tempo todo
São bailarinas um pouco empolgadas de mais
Andam na meia ponta mesmo na rua
Fazem piruetas em lugares publico, são lindas...
As eternas bailarinas.
4º tipo: Bailarina Boneca
Sempre bem maquiada, mesmo quando vai ter apenas uma aula
Imagine nos dias de apresentação!
A maquiagem sempre impecável, lindas.
5º tipo: Bailarina despreocupada
Nunca ligam pro que os outros falam
Sempre determinadas e indiferentes
Não se deixam levar pelos que os outros dizem,
Não ligam são despreocupadas.
6º tipo: Primeira bailarina
São incríveis, lindas... mas...!
Elas têm o costume de se achar muito FANTASTICAS
Isso é um problema as vezes...
São sempre as aplaudidas e mágicas.
7º tipo: Bailarina tímida
São bailarinas caladas e envergonhadas
Quase nunca falam com as meninas...
8º tipo: Bailarina feminina
Sonhadora, perfumada, maquiada...
Sempre feminina e romântica tem movimentos,
Leves, delicados e graciosos como elas.
9º tipo: Bailarina metida
Acha-se melhor que as outras
Não olham nos olhos de ninguém
E estão sempre prontas pra arrumar confusão
É bemclaro que existem muitos outros tipos de bailarinas mas estas são as mais comuns, eu me classifico como bailarina o tempo todo, já que subo na meia-ponta pra conversar com meus amigos, faço plié nas filas, sem nenhum tipo de vergonha. E lembre-se: QUEM DANÇA É MAIS FELIZ! Até o próximo post!
terça-feira, 3 de julho de 2012
Fofuras do ballet
O que seria do ballet clássico sem seus aprendizes? Foi pensando nisso que achei algumas fofurinhas do ballet! Olhem:
E são estas as nossas fofurinhas de hoje! Vontade de apertar! Até o próximo post.
Aquecimento antes das aulas
Olá amantes da dança!
Muitos bailarinos têm dúvidas sobre como preparar o corpo para uma aula da dança, alguns só alongam, esquecendo do aquecimento.
Mas o que é o aquecimento?
Qualquer atividade que aumente a freqüência cardíaca, resultando na melhora da oxigenação e do fluxo sanguíneo em toda musculatura, preparando o corpo para uma atividade específica, diminuindo, assim os riscos de lesões.
É isso mesmo que você está pensando bailarino, aquela corridinha da Educação Física com vários elementos (elevação de joelhos, elevação de calcanhares, saltar, etc), ou até mesmo com jogos e brincadeiras como pega-pega, corrente, quebra gelo, queimada, dentre outras. Desta forma, conseguiremos aumentar nosso batimento cardíaco e preparar nosso corpo para a aula, com os alongamentos e exercícios propostos pelo professor de dança.
Gente… Vale lembrar que quando for aquecer com jogos e brincadeiras devemos deixar de lado o espírito competitivo para não se machucar ok! rs . O importante é brincar e se divertir, proporcionando o devido aquecimento e inclusive a integração social da turma. E você, como faz para se aquecer antes das aulas?
Oração das bailarinas 2
Senhor,
Na barra nossa de cada dia permiti que eu consiga lembrar-me da seqüência correta dos exercícios, que eu consiga algum dia esticar o joelho o suficiente, que eu consiga controlar a tremedeira no attitude devant, que eu tenha os braços e saltos tão leves que a platéia pense que dançar é a coisa mais fácil do mundo, que eu mantenha sempre uma postura de rainha com olhares infinitos e pescoço de girafa.
Dai-me Senhor uma memória de elefante para saber a coreografia que foi mudada ontem, força hercúlea nos pés para conseguir subir na ponta, pernas de jogador de futebol, improvisação de atriz, eixo de peão para girar e equilíbrio para ficar imóvel em uma perna só para sempre.
Que eu tenha Senhor, dinheiro para pagar as meias que puxam o fio, as sapatilhas que furam e as roupas de apresentação que somente serão usadas uma ou duas vezes.
Ajudai-nos com linóleos perfeitos, coxias grandes, e no final de meses de ensaio prestigiai-nos Senhor com pelo menos um público para aplaudir-nos…
Amém.
Alongamento
O que é o alongamento?
Alongamentos são exercícios voltados para o aumento da flexibilidade muscular, que promovem o estiramento das fibras musculares, fazendo com que elas aumentem o seu comprimento. O principal efeito dos alongamentos é o aumento da flexibilidade, que é a maior amplitude de movimento possível de uma determinada articulação. Quanto mais alongado um músculo, maior será a movimentação da articulação comandada por aquele músculo e, portanto, maior sua flexibilidade.
Segundo Bruna Joaquim Carneiro, professora de educação física e nutricionista, o alongamento é uma prática fundamental para o bom funcionamento do corpo, proporcionando maior agilidade e elasticidade, além de prevenir lesões.
Essencial para o aquecimento e relaxamento dos músculos, deve ser uma atividade incorporada ao exercício físico, mas também pode ser praticado sozinho.
Qualquer pessoa pode aprender a fazer alongamentos, independentemente da idade e da flexibilidade, segundo Bruna Caneiro mesmo quem apresenta algum problema específico, como LER ou hérnia de disco também pode fazer alongamentos, mas com menos intensidade. Não é preciso grande condição física ou habilidades atléticas.
Os alongamentos podem ser feitos sempre que se sentir vontade, uma vez que relaxam o corpo e a mente.
Quando feitos de maneira adequada os alongamentos trazem os seguintes benefícios:
• reduzem as tensões musculares;
• relaxam o corpo;
• proporcionam maior consciência corporal;
• deixam os movimentos mais soltos e leves;
• previnem lesões;
• preparam o corpo para atividades físicas;
• Ativam a circulação.
No caso de estudantes eles podem ser feitos até no intervalo das aulas, o alongamento ajuda na respiração, facilitando a circulação sanguínea o que aumenta o raciocínio.
Como deve ser feito?
A respiração é fundamental: quando se respira fundo aumenta-se o relaxamento muscular. É a respiração que dá o ritmo ao exercício e por isso deve ser lenta e profunda.
Deve-se respeitar os seus limites. Forçar o alongamento pode causar lesões nos músculos e tendões. Não se preocupe em alongar até ao limite. Aos poucos você vai ganhar flexibilidade.
Regularidade e relaxamento são ingredientes obrigatórios para um bom alongamento. Aprenda a introduzi-lo em sua rotina. É possível alongar enquanto se faz outras coisas como ler ou ver TV.
Os alongamentos conseguem esse resultado por aumentarem a temperatura da musculatura e por produzirem pequenas distensões na camada de tecido conjuntivo que revestem os músculos.
Por que fazer alongamento?
Tanto uma vida sedentária, como a prática de atividade física regular intensa, em maior ou menor grau, promovem o encurtamento das fibras musculares, com diminuição da flexibilidade. Quanto à atividade física, esportes de longa duração como corrida, ciclismo, natação, entre outros, fortalecem os músculos, mas diminuem a sua flexibilidade.
Nos dois casos, a conseqüência direta desse encurtamento de fibras é a maior propensão para o desenvolvimento de problemas em ossos e músculos. Provavelmente, a queixa mais freqüente encontrada tanto entre sedentários, como entre atletas, é a perda da flexibilidade provocando dores lombares, por encurtamento da musculatura das costas e posterior das coxas, associado a uma musculatura abdominal fraca.
Com a prática regular de alongamentos os músculos passam a suportar melhor as tensões diárias e dos esportes, prevenindo o desenvolvimento de lesões musculares.
Quando alongar?
É importante alongar adequadamente a musculatura antes e também depois de uma atividade física. Isso prepara os músculos para as exigências que virão a seguir, protegendo e melhorando o desempenho muscular. Pela sua facilidade de execução, a maioria dos alongamentos pode também ser feitos, praticamente, a qualquer hora. Ao despertar pela manhã, no trabalho, durante viagens prolongadas, no ônibus, em qualquer lugar. Sempre que for identificada alguma tensão muscular, prontamente algum tipo de alongamento pode ser empregado para trazer bem estar.
Como alongar?
Antes de tudo, é importante aprender a forma correta de executar os alongamentos, para aumentar os resultados e evitar lesões. Inicie o alongamento até sentir uma certa tensão no músculo e então relaxe um pouco, sustentando de 30 á 40 segundos, voltando novamente à posição inicial de relaxamento. Os movimentos devem ser sempre lentos e suaves.
O mesmo alongamento pode ser repetido, buscando alongar mais o músculo evitando sentir dor. Para aumentar o resultado, após cada alongamento, o músculo pode ser contraído por alguns segundos, voltando a ser alongado novamente. Bruna Carneiro ressalta que o ideal é combinar a prática do alongamento a uma atividade aeróbica, como, por exemplo, a caminhada.
Dentre os diversos tipos de alongamento, colocaremos dois para que vocês possam analisar: o alongamento estático, e o por facilitação neuromuscular proprioceptiva. Nome estranho, né? Até parece um palavrão, mas não é. Esse é um termo que vocês ainda iraão ouvir muito. Por tanto, é melhor se acostumar desde já.
O alongamento estático (parado) consiste em alongar o músculo até o ponto de desconforto, mantendo este alongamento por um período de tempo. (DANTAS, 1999).
O alongamento por facilitação neuromuscular se caracteriza por envolver duas ou mais fases onde há alternância de exercícios ativo (o individuo usa a capacidade individual somente, executando o movimento sem auxilio), e passivo (onde é submetido a uma força maior, através do auxílio de outra pessoa ou carga), objetivando conseguir um grau de amplitude articular maior do que o habitual.
Até hoje não existe concordância sobre qual é a melhor técnica de alongamento.
Você é viciada em ballet quando...
...você usa longos corredores para treinar grand jetés.
...você tem mais sapatilhas de ponta do que sapatos normais.
...alguém te confunde com um pedaço de borracha.
...em vez de dedos você tem bolhas nos pés.
...você sobe na meia ponta quando conversa com seus amigos.
...você se senta na abertura confortavelmente.
...você coloca sua sapatilha de ponta para alcançar objetos que estão em lugares altos.
...a dança é a vida, o resto é apenas um passatempo.
...piruetas e fouettés são as palavras principais de seu vocabulário.
...você conhece mais palavras em francês do que em inglês.
...você só consegue contar até oito.
...você ri quando alguém que não dança reclama que o pé está doendo.
...assistir tevê é a hora de se alongar.
...você promete nunca parar de dançar
...você atravessa um corredor em chasê, ao invés de andar.
...todos os seus amigos estão jantando enquanto você está ensaiando.
...você faz pliés e tendus enquanto está na fila.
...você faz grand jetés nos estacionamentos e quando desce a rua.
...você tem os músculos mais fortes do que os meninos do seu colégio.
...você usa breu em vez de sabão.
...antes de qualquer coisa você conta 5 ,6, 7 e 8.
...você escova os dentes treinando sustentação devant, à la second e deriérre
Dança do ventre
O que parece, a princípio, uma dança apelativamente sensual e de origem machista, onde mulheres dançavam pelo prazer e entretenimento dos seus “donos”, é na verdade, uma genuína manifestação feminista.
No princípio, lá pelos meados de 6.000 a.C., as primeiras bailarinas arriscavam os passinhos da dança, em rituais de fertilidade, cultuando a Grande Mãe. Depois, no Egito ela virou a “Raqs Sharqi” que seria “dança do Leste”, onde as grandes sacerdotisas dançavam em rituais de adoração àdeusa Isis (minha favorita), também conhecida como Rainha ou Mãe do Egito.
A verdade é que somente as consideradas cultas demais para época, as sacerdotisas, poetisas, musicistas e afins que dançavam a Raqs Sharqi. Era uma manifestação da importância, graça e força da mulher. A ideia de submissão, ligação à prostituição surgiu bem depois, foi um deturpação da ideia original. Quando Napoleão invadiu o Egito ele decapitou mais de 400 bailarinas, por considerar a dança muito impura, com denotações sexuais. Mas isso é outra história…
É chamada de dança do ventre, ou dança de barriga, por ter movimentos que massageam e fortalecem essa região.
Além de belíssima, a dança do ventre pode proporcionar muitos benefícios à mulher que a pratica.Alguns deles estão aí:
• Uma aula de Dança do ventre pode queimar de 300 a 500 calorias (dependendo dos movimentos), auxiliando na perda de peso.
• Enrijece a musculatura do abdômen, pernas, braços, costas e glúteos.
• Aumenta e ativa a circulação sanguínea, flexibilidade e resistência física.
• Trabalha as articulações, auxilia na reeducação postural.
• Desenvolve coordenação motora e equilíbrio.
• Desenvolve a auto-estima: a mulher passa a observar e perceber que tem diversas qualidades que talvez nunca tenham sido trabalhadas;
• Aflora a feminilidade tornando-a mais sensual, sem resquícios de vulgaridade;
• Desenvolve a agilidade mental, concentração e atenção tanto na música quanto nos movimentos.
• Estimula a criatividade;
• A timidez que muitas vezes atrapalha o processo de aprendizado é trabalhada aos poucos, inibindo-a gradativamente, possibilitando melhoria nos relacionamentos;
• Evita o stress do dia-a-dia através do contato de grupo e dos exercícios que estimulam a liberação de adrenalina e endorfina, hormônios responsáveis pela sensação de prazer e bem-estar.
• Alivia cólicas menstruais (promove maior irrigação sanguínea em toda região pélvica e diminui os efeitos da TPM); Sim meninas, isso é verdade!
• Equilibra Hormônios (auxilia na regulação endócrina de hormônios sexuais secretados pelos ovários);
• Melhora a função sexual (controle sobre os esfíncteres, fortalecendo a musculatura do períneo e assoalho pélvico, prevenindo doenças como incontinência urinária)
Porque você escolheu o Ballet Clássico
Muitos escolhem este tipo de dança.
Alguns desistem.
Outros, fadigados, param nas primeiras subidas.
Há os que avançam, entre dificuldades até alcançarem o auge de uma brilhante carreira.
O principal inimigo é a inconstância que nasce da sensação de frustração quando os frutos custam a aparecer ou não correspondem ao trabalho desenvolvido.
Estamos acostumados a rapidez e a eficiência, duas leis típicas da civilização tecnológica. Mas nem sempre acontece assim na vida de uma estudante de ballet clássico.
Muitas vezes os resultados não são proporcionais aos esforços, as dificuldades, são sempre iguais e ainda maiores. parece que quanto mais avançamos, a meta fica cada dia mais distante.
...quanta energia para tão pequenos resultados!...
Duas condições são indispensáveis para a bailarina, paciência e constância.
Paciência: para aceitar as próprias limitações, para aceitar o fato de com muito esforço conseguir, às vezes, pequenos resultados.
Constância: que faz praticar sempre cada vez com maior empenho, mais exigência de si mesmo, tendo como fundo musical que move, sustem a alenta esperança de atingir a meta.
Dançar é uma arte; e como arte está sujeita a norma de aprendizagem como qualquer atividade humana.
Dançar " bem" exige método, ordem e disciplina.
Pensemos quantos anos são precisos, quanta energia, método e pedagogia para qualquer atividade humana, um pintor, compositor, médico, etc...
Se dançar é arte, não sonhemos alcançar um alto grau de aperfeiçoamento sem energia, ordem, método e paciência.
A arte de dançar é para corações generosos que amam, é para espíritos desenvolvidos que tem uma inclinação natural para o Belo, dada por Deus. ( Não é para qualquer um.)
É para você que é especial!
Pas de deux: O que é?
No ballet, um pas de deux (do francês, passos de dois) pronuncia-se padedê. É um tipo de dueto, de dois bailarinos. Ele geralmente consiste de um prato principal, adágio, duas variações (uma para cada dançarino). Basicamente é onde o bailarino ajuda a bailarina. Os meus pas de deux favoritos são:
- Coppélia
- Cisne Negro
- O corsário
São todos muito bonitos, mas estes na minha opinião são perfeitos. Eu gosto de ver bastante a Svetlana Zakharova (minha diva) dançando estes, pois eu sei como seria dança-los perfeitamente. Por isso coloquei "Cisne Negro" e "Corsário" com ela. Coppélia eu não achei mas esta menina do coppélia é muito boa também. Espero que tenham gostado. Até o próximo post.
Quer começar á dançar?
Quer começar á fazer ballet clássico? Parabéns você entrou no mundo louco que é a dança! Você sentirá dor como nunca sentiu antes, no entanto, o melhor prazer do mundo! Enfim, em primeiro lugar você deve escolher uma boa academia, olhe na internet, escolha pelo menos 3, para ter boas opções e fazer comparativos, tanto nos valores, como no lugar. Vá á 1 studio de dança, verifique o salão, as barras, o piso, ventiladores, iluminação, um bom som, o tamanho, bons colchonetes, verifique o vestiário e coisas do tipo. Faça uma aula experimental, e analise se o profissional é bom, e lembre-se não é porque ele é rigido que é um profissional ruim. Após ter escolhido a academia de dança, peça o uniforme completo: collant e saia. Em algumas academias, eles não tem uniforme padrão, então você escolhe o que é melhor, eu acho bom uma collant regata (que no calor não tem problema algum e no inverno facilmente dá pra colocar uma camiseta por baixo), e uma saia transpassada. Além de meia-calças, sapatilhas e claro, rede! A sapatilha tem que ser exatamente do tamanho do seu pé, até por que se ficar muito apertada, além de trancar a circulação do sangue, dificulta os movimentos e dói os pés, e a muito grande deixa o pé feio, além de ficar saindo o tempo todo, então exatamente do tamanho do seu pé! A meia calça se você tiver mais de 9 anos eu sugiro a de ponta (não precisa estar na ponta lembre-se disso!) pois ela é mais grossa e menos fácil de rasgar. E os cabelos sempre presos num coque. Proucure no histórico do blog que tem exatamente como fazer um coque perfeito! Você precisa comprar uma bolsa grande isso é muito importante! Vou mostrar o que podem por nestas "malinhas" hihi
Uma muda de roupas: pois além de ser meio chato sair de collant e saia do studio, seu corpo estará quente, mas poderá estar frio na rua, e você acabar pegando um resfriado!
Garrafa de água: a hidratação é fundamental quando há perda através do suor. Leve consigo para a barra sempre.
Toalha: para enxugar o excesso de suor, fazer aula no verão para mim significa suar desde o primeiro exercício. Leve para a barra e lave após cada dia de uso.
Esmalte: gotas de esmalte incolor ou base consertam furos e partes desfiadas em meias, espere secar e use.
Caderneta e lápis: sou uma pessoa que pensa e anota coisas o tempo todo, impressões, frases, idéias… as melhores ocorrem nos momentos menos óbvios, e muitas, após suar muito, vai entender.
Lanche saudável: para após aulas/ensaios, como o gasto energético é intenso nunca deve-se passar mais de 4 horas sem ingerir algo, pois a curva glicêmica entra em picos. Não é uma refeição completa, sendo assim apenas uma fruta ou uma porção de biscoito integral estão OK
Grampos extras: Se seu cabelo coneçar á soltar, estes serão muito utéis.
Enfim finalmente chegou o dia da aula preste bem a atenção em tudo que o(a) professor(a) diz. Anote as dicas, e tente executá-las. Evite comentários desnecessários durante a aula, mas se tiver uma dúvida, pergunte mesmo! Tente não ser orgulhosa, pois se o professor lhe diz alguma coisa ou vem te corrigir concerteza é pro seu bem. E lembre-se não tem idade para começar existe apenas querer DANÇAR! Espero ter ajudado. Até o próximo post!
Sonhos de uma bailarina
Olá á todos os amantes da dança! Uma coisa que eu acho que todos os bailarinos e bailarinas tem em mente é entrar para a escola Bolshoi, ou ir para a Broadway, enfim, na minha opinião vocês devem sim correr atrás de seus objetivos, mas somente quando se sentirem preparados, pois se não estiverem preparados, podem levar uma frustação muito grande e desistir. Mas vão, continue tentando, estabeleça metas, dê o melhor de si. VOE! Espero ter ajudado! Até o próximo post.
Apresentação: Oh my god!
Uma coisa que me deixa inquieta é dia de apresentação! E eu tenho certeza que muitas meninas e meninos que estão lendo este post também sentem isso. Eu passo o dia bastante anciosa, 2 horas antes começo á me arrumar, para dar tudo perfeitamente, chega na hora, fico muda, estou louca para entrar no palco e começar á dançar, mas e aí, surgem aqueles pensamentos: "E se eu errar?" "Como que é mesmo aquela parte depois do 8?", e começo á ficar apreensiva. Mas uma dica pra você que também sente isso. Ficar nervosa é natural, e se você vai se apresentar, concerteza você sabe o que fazer, o tempo dos ensaios, tudo valeu a pena, esqueça a tensão, esqueça o público e SIMPLESMENTE DANCE! O correto não é ficar criando expectativas, temos que ser positivas, e sabermos o que estamos fazendo, porque quem dança com o coração e a alma, concerteza confia no que faz. Quando estiver pronta,dos pés a cabeça,alongue,faça exercícios. Sente por uns minutos,feche os olhos e recorde de toda a coreografia. Do início até o fim.Cada detalhe. Chegando a hora de ir para as coxias. Nada de pânico. Não é um bicho de sete cabeças que você irá enfrentar.Se começar a tremer,respire fundo. Se controle e imagine aquilo como apenas um ensaio sério. Não deixe que o frio na barriga piore.
Sorria sempre,só para dar uma boa impressão no público.Eu sei que é um pouco difícil de sorrir o tempo inteiro,mas,pelo menos tente. Eu já disse e digo novamente,esqueça o público. Pense em você,na coreografia. Terminada a coreografia,não se importe se errou algum passo,ou sequência.Acontece.E aliás,alguém alí da plateia conhece a coreografia? Finja que o erro faz parte da dança e não enlouqueça porque errou senão todo mundo perceberá a falha. Se você irá dançar mais que uma dança,você dançará mais calma na segunda,porque você já sabe que não é bicho de sete cabeças. Depois de tudo isso vai ver que valeu a pena, e concerteza é o melhor friozinho na barriga que existe! Até o próximo post!
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